|
|||||||||||||||||
A Empresa |
Área de atuação |
Serviços |
Parceiros |
Projetos sociais |
Saúde e Você |
Fale Conosco |
Envie um email |
|
|
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||
©
2003 Grupo Ética - Todos os direitos reservados. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Administrar antibióticos a pacientes internados em UTIs como medida preventiva pode salvar muitas vidas e supera os riscos de a pessoa desenvolver resistência ao medicamento, concluiu um estudo holandês publicado no "New England Journal of Medicine". Os pesquisadores acompanharam 6.000 pessoas em situação crítica que ficaram em unidades de cuidados intensivos por ao menos dois dias, sob ventilação mecânica, em 13 hospitais holandeses. Voluntários que imediatamente tomaram antibióticos por via oral tiveram probabilidade 11% menor de morrer, e os que receberam uma combinação de medicamentos por vias oral e intravenosa correram 13% menos riscos que pessoas que não receberam essas drogas. No Brasil, médicos têm opiniões diferentes sobre a descoberta. Para Ederlon Rezende, membro da diretoria da Associação de Medicina Intensiva Brasileira, a pesquisa é uma das mais relevantes já feitas sobre o tema e pode causar grande impacto sobre o modo como é feita a descontaminação dos pacientes que vão para a UTI. "Estes resultados deverão ser discutidos nos próximos congressos da especialidade a fim de estimularmos esta conduta para a grande maioria dos pacientes." Já a supervisora da UTI de doenças infecciosas do Hospital das Clínicas de São Paulo, Ho Yeh Li, diz que, aparentemente, essas conclusões não são válidas no Brasil, onde o perfil das bactérias é diferente do daquelas encontradas no hemisfério Norte. "Primeiro, temos que melhorar os recursos básicos das UTIs e depois fazer um estudo para ver se é possível aplicar essa medida no Brasil", diz. Na pesquisa holandesa, o número de infecções por bactérias resistentes a antibióticos não sofreu elevação entre as pessoas que estavam usando os remédios. "Podemos afirmar que, nos pacientes de maior gravidade, o surgimento de bactérias resistentes não é expressivo e é suplantado pelos benefícios de melhor controle das infecções que surgem na UTI e pela redução do risco de morte", afirma Rezende. Segundo a Organização Mundial da Saúde, infecções hospitalares estão entre as principais causas de morte. RACHEL BOTELHO Fonte : Ciência e Saúde - UOL Cientistas conseguiram derivar células-tronco embrionárias autênticas de ratos, pela primeira vez, segundo informações da agência de notícias da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O processo deve ajudar no desenvolvimento de modelos animais mais eficientes para o estudo de doenças que afetam o homem. O trabalho, feito por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia (USC), nos Estados Unidos, foi publicado na edição de 26 de dezembro da revista Cell. Na mesma edição da revista, um grupo liderado por cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descreveu conquista semelhante, em estudo independente. A descoberta representa um passo à frente no objetivo de criar ratos modificados geneticamente para que não tenham um ou mais genes e possam ser usados na pesquisa biomédica. Ao observar o que acontece com os animais quando um gene específico é removido, os pesquisadores podem identificar a função desse gene e se ele está ligado a uma determinada doença. AE Fonte : UOL - Ciência e Saúde Um estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP mapeou a realidade brasileira das internações hospitalares decorrentes de traumas na coluna. A professora de enfermagem Vanessa Luiza Tuono, do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET) de Santa Catarina e, durante o estudo, mestranda da FSP no curso de Epidemiologia, pesquisou o perfil dos pacientes, os principais motivos e os aspectos técnicos das internações brasileiras. Ela constatou dados interessantes, como a elevada porcentagem de internações devido a quedas e acidentes de trânsito e a predominância de jovens do sexo masculino entre as vítimas. A pesquisadora levantou informações sobre internações hospitalares no banco de dados para traumas de coluna do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do Sistema Único de Saúde (SUS), com dados referentes ao período de 2000 a 2005. Ela constatou que 3% das internações por causas externas (acidentes e violências) são com diagnóstico de trauma de coluna, o que corresponde a cerca de 20 mil internações/ano. Destas, 7% são com comprometimento da medula espinal. Vanessa explica que “os traumas com acometimento da medula geralmente são lesões graves que deixam seqüelas irreversíveis, tanto que, na maioria dos casos os pacientes acabam morrendo ou ficando inválidos”. Segundo os dados levantados, as lesões do nível lombo-sacral, que causam paraplegia na maior parte dos casos, representam 60% do total das internações; as lesões cervicais (mais graves), que geralmente deixam as vitimas tetraplégicas e, portanto, inválidas, representam 28% dos casos. A professora explica que quanto mais próximas da cabeça mais graves são as lesões de coluna. “As causas das lesões provêm predominantemente de quedas, que representam cerca de 40% das internações” explica Vanessa. Inclui-se nessa porcentagem quedas de idosos em casa, na maioria mulheres, e de trabalhadores da construção civil principalmente. Em segundo lugar estão os acidentes de trânsito, que representam 23% das internações, sendo que, destes, 30% são pedestres. Completam a lista as lesões por mergulho em águas rasas com 20% dos casos, tentativas de homicídio com 6% e outros casos 1%. Autor: |